O livro é escrito no formato de cartas. Charlie, o nosso protagonista, as envia para alguém que não conhecemos. Nelas ele compartilha como que estão indo os seus dias, sua família e amigos.

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action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home1/gatoq426/public_html/wp-includes/functions.php on line 6114O livro é escrito no formato de cartas. Charlie, o nosso protagonista, as envia para alguém que não conhecemos. Nelas ele compartilha como que estão indo os seus dias, sua família e amigos.
O autor Robert Graysmith fazia parte da redação do San Francisco Chronicle em 1968, quando o Zodíaco matou pela primeira vez. Ele ficou obcecado pelo caso e realizou a sua própria investigação.
Epílogo é uma distopia apocalíptica com elementos de cyberpunk e horror. É uma história de sobrevivência, mas que questiona o custo dela a todo o momento.
Este é um livro sobre relacionamento, acordos e expectativas. A imagem do outro sobre nós pesa muito. Ela muitas vezes é definidora das nossas escolhas e a origem dos nossos traumas.
Leitura certa daquelas que estão estudando o feminismo, o livro “Os homens explicam tudo para mim”, de Rebecca Solnit, traz linguagem simples e bem-humorada para ir direto na ferida.
O livro Eu, Christiane F., Treze Anos, Drogada, Prostituída… reúne os depoimentos colhidos por Kai Hermann e Horst Rieck.
Os jornalistas faziam uma reportagem sobre os jovens da Alemanha quando conheceram Christiane F., que testemunhava no julgamento de um traficante.
Após meses de entrevistas, os dois escreveram este livro sobre juventude, drogas e prostituição.
Em Os Despossuídos, o capitalismo e a anarquia tentam entrar em dialogo.
Os dois planetas-gêmeos, Urras e Anarres, têm sistemas políticos opostos e o cientista Shevek parte em uma missão em busca de união.
A obra de Ursula K. Le Guin é uma alusão à Guerra Fria.
Não cheguei nem perto de cumprir a minha meta e nem concluí os desafios que me propus.
Li bem menos livros em 2019 e fiquei praticamento quatro meses sem iniciar uma leitura nova.
Ainda assim, consegui ler 14 livros.
Em “As Horas Selvagens”, seguimos com Breno Torres desde a recepção até o último quarto no fim do corredor do motel. Pernoitamos e deixamos que as diversas vidas que transitam por ele durante a madrugada, transitem por nós também.
Cada um tem um ritmo de leitura diferente, não adianta se forçar a ser como a outra pessoa. Além disso, o livro nunca é o que imaginamos dele e isso gera certa frustração diante de tanta expectativa. O que você faz? Abandona a leitura ou segue firme?