Maybelline Baby Lips – Hidratante Labial

A saga da tentar tornar a hidratação um hábito continua e acho que no caso da resenha de hoje, em especial, eu tenho sido, de longe, muito mais bem sucedida.

Meus lábios são muito ressecados, do tipo que vivem rachados, descamando e até feridos. Normalmente os batons dão uma neutralizada nisso, mas nem sempre dá certo. É preciso que o cuidado seja constante.

Resenha Baby Lips, por Debb Cabral, do blog GatoQueFlutua

Pensando nisso, fui em busca de um hidratante labial e o mercado está cheio deles, com diferentes preços e cores. Desde janeiro deste ano venho usando o Maybelline Baby Lips Intense Care, que é incolor e tem um suave gosto de amêndoas. Retoco a todo momento e meus lábios estão muito hidratados e com uma aparência ótima.

O produto pode ser usado por mulheres e homens e deixa apenas um leve brilho nos lábios, nada muito evidente ou incomodo. Ele promete até 08 horas de hidratação e realmente persiste na boca, mesmo bebendo água e comendo um pouco. É um produto barato, que custa em média R$16,00 e dura meses mesmo com uso constante.

Além do Intense Care, o Maybelline Baby Lips está disponível também nas versões Cherry Me (cereja), Pink Punch (maracujá), Peach Kiss (pêssego), Fresh Care (menta) e Hydra Care (limão e manjericão). Estes dois últimos também são sem cor.

Possui FPS 20 e a chamada Centelha Asiática que favorece a produção de colágeno reparando os lábios, deixando-os macios e suaves, além de concentrados de células botânicas renovadoras.

Quem optar pelos coloridos pode até dispensar o batom, pois os lábios ficam com uma coloração bem bonita e natural.

DICAS DE USO
  • Aplicar antes do batom matte e depois tirar o excesso, isso evita que ele craquele com facilidade;
  • Misturar com açúcar e esfoliar os lábios;
  • Dar brilho em um batom de cor opaca;
  • Manter a sobrancelha no lugar, como um substituto do gel.

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O Gato leu: Eu, Robô

Eu, Robô – Isaac Asimov
Editora: Aleph
Ano: 2014
Páginas: 320
Compre: Amazon

Junho está sendo o mês de colocar as leituras em dia e isso e inclui o Desafio Doze Meses Literários. A temática de maio era ficção cientifica. Eu li Eu, Robô e não poderia está mais satisfeita.

Isaac Asimov foi muito feliz no seu livro. Ele traz diversos contos que podem ou não serem lidos de maneira linear. Esses contos nos apresentam os mais diversos tipos de robôs, desde aqueles autômatos, incapazes de falar, até os superinteligentes e tomam decisões que interferem na vida dos seres humanos.

Houve um tempo em que o homem enfrentou o universo sozinho e sem amigos. Agora ele tem criaturas para ajudá-lo; criaturas mais fortes que ele próprio, mais fieis, mais uteis e totalmente devotadas a ele. A humanidade não está mais sozinha. Já pensou sobre essa questão desde modo? (Pág. 15)

“Robbie”, “Mentiroso!”, “Um Robozinho Sumido” e “Evidência” são as minhas tramas preferidas. Gosto muito de Susan Calvin, a especialista que compartilha essas histórias. Apesar do estereotipo da mulher cientista antissocial, grossa e sem interesse no envolvimento humano; (que Asimov infelizmente escolheu), os contos em que ela participa ativamente são os mais interessantes.

Eu tenho um medo enorme de robôs. A ideia da servidão obrigatória deles me lembra muito a escravidão e isso não é nada bom. Se escravizar um igual historicamente já não deu certo, imagina escravizar um superior, como um robô, cujo cérebro consegue ir muito além dos nossos? A ideia de uma rebelião das máquinas no futuro sempre me pareceu inevitável e eu espero não estar aqui para ver isso, pois sei que o ser humano com certeza fará por merecer, uma vez que ele não consegue abandonar o poder e a sensação de superioridade que ele traz…

Toda a vida normal, Peter, de maneira consciente ou não, ressente-se da dominação. Se a dominação parte de um inferior, o ressentimento fica mais forte. No aspecto físico, e até certo ponto, no aspecto mental, um robô… qualquer robô é superior aos seres humanos. O que o torna servil então? Apenas a Primeira Lei! Bem, sem ela, a primeira ordem que você tentasse dar a um robô resultaria na sua morte. (Pág. 172)

As Três Leis da Robótica (princípios que regem os comportamentos dos robôs), presentes nas primeiras páginas de Eu, Robô, hoje não são somente ficção e estão na base dos estudos da área. O autor as apresenta de maneira simples e mostra que nem sempre os resultados são simples de se chegar. Se as circunstâncias influenciam na tomada de decisões dos humanos, imagine nas dos robôs?

É uma leitura essencial. Recomendo!

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O Gato leu: O Inimigo Secreto

O Inimigo Secreto – Agatha Christie
Editora: Record
Ano: 1950
Páginas: 224
Compre: Amazon

Depois de conhecer algumas outras história escritas pela Dama do Crime, parece que encontrei o melhor livro da Agatha Christie que já li até o momento.

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Publicado anteriormente como “Jovens Aventureiros LTDA” e traduzido atualmente como “O Adversário Secreto”, O Inimigo Secreto narra as aventuras de Tommy e Tuppence. Os dois são amigos, estão sem dinheiro e sem muitas perspectivas de um futuro. Eles decidem formar a sociedade comercial JOVENS AVENTUREIROS LTDA, que não recusa nenhum tipo de oferta desde que o pagamento seja bom e anuncia seus serviços nos classificados dos jornais.

A ousadia poderia jogar fora as ultimas economias de cada um, mas eles recebem a missão de desvendar um enigma que confundira até a Scotland Yard, a mais experiente polícia do mundo: o desaparecimento de Jane Finn, uma jovem americana que levava em seu poder documentos secretos de importância cada vez maior.

Há cinco anos, aquele esboço de tratado era uma arma em nossas mãos; hoje é uma arma contra nós. (Pág. 37)

Tuppence é maravilhosa, ágil e astuta até mesmo quando não faz ideia do que está se passando, Tommy não fica atras, é um verdadeiro companheiro. O livro começa com uma breve aventura, mas os perigos e mistérios vão se tornando cada vez maiores a ponto de temermos pela segurança dos jovens aventureiros.

Tuppence teve a impressão de perceber, pela primeira vez, o caráter sinistro da missão que haviam aceitado com tanta temeridade. Tudo começara como uma página de romance. Mas agora, terminado o encanto, tudo se apresentava como uma realidade sombria. (Pág. 87)

O Inimigo Secreto é cheio de reviravoltas e nunca deixa o leitor entediado. Além disso, Tommy e Tuppence são personagens muito reais e seus diálogos fazem com que uma empatia instantânea exista em relação à eles. Espionagem, guerra e amizade tornam esta, uma leitura muito divertida e estimulante.

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O Gato leu: Mighty Morphin Power Rangers – Ano Um

Mighty Morphin Power Rangers – Ano Um – Kyle Higgins  e Hendry Prasetya
Editora: Pixel Media
Ano: 2017
Páginas: 128
Compre: Amazon

Power Rangers lembra infância. Lembra as brincadeiras de luta com primos e amigos, ora sendo a mocinha, ora a vilã. O novo filme saiu no cinema e avivou a memória de muitos. Depois de muitas fases, recordar o inicio do jovens heróis é também uma forma de homenageá-los.

Este primeiro volume lançado pela Pixel Media nos leva de volta ao seriado original e acrescenta muito mais, uma vez que, como observado por Judd “Chip” Lynn, produtor executivo de Power Rangers, não há “restrições orçamentárias para o enredo”.

Na trama, depois de escapar do controle mental de Rita Repulsa, Tommy Oliver, o Ranger Verde, se junta aos Power Rangers para combater a investida de ataques malignos que assolam a Alameda dos Anjos. Agora Tommy tem que se relacionar com aqueles que um dia já quis destruir e isso o deixa com diversos conflitos internos.

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Jason, Trini, Zack, Billy e Kimberly ainda não sabem bem como lidar com o novo membro. Pelo fato das história se passar em um colégio, ela ressalta o quanto que se sentir excluído ou deslocado pode ser ruim para alguém. O lado humano do personagens foi mais explorado, bem como suas fraquezas, escolhas e dilemas morais.

A arte é demais. O colorido da “vida normal” se contrapõe muito bem ao lado mais sombrio quando Tommy enfrenta seus demônios antigos.  O livro conta ainda com “Aventuras de Bulk e Skull”, um capítulo extra escrito por Steve Orlando e ilustrado por Corin Howell, que atualiza as confusões da atrapalhada dupla do colégio.

Rever os rangers, Zordon e Alpha aqueceu o meu coração. Mighty Morphin Power Rangers – Ano Um foi feita para alcançar os novos fãs que se interessaram pelos heróis através do filme mais recente, mas ela não renega o passado, ao contrário, abraça aquilo que fez deles tão importantes para a criança que vive em cada um de nós.

Trabalho em equipe, companheirismo e o poder da amizade. Obrigada, Power Rangers, por nos ensinar isso!

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O Gato leu: Tubarão

Tubarão – Peter Benchley
Editora: DarkSide Books
Ano: 2015
Páginas: 280
Compre: Amazon

Eu considero Tubarão o melhor filme do Steven Spielberg, acho ele sem igual. Então, não tive duvidas na hora de escolher o livro que deu origem ao longa para ser a leitura de suspense do Desafio Doze Meses Literários de abril.

Logo de inicio, Peter Benchley nos avisa que o estúdio só se interessou pela parte do tubarão para criar o filme. O romance e a máfia (isso mesmo), ficaram de fora. Eu creio que não houve perda, pois o filme possui um ritmo bem interessante, enquanto o livro tem uma narrativa mais fragmentada que nem sempre cabe na hora de montar um filme.

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A trama se passa em Amity, um balneário ficcional situado em Long Island, Nova York. Ele vive do turismo de veraneio e sem isso a cidade pode se acabar. Todos estão cientes disso, mas quando, às vésperas de um feriado, o corpo de uma turista é encontrado na praia, o chefe de polícia, Martin Brody, não pensa duas vezes e ordena o fechamento das praias da região.

Você tem de entender. Não há nada nesse mar de que esse peixe tenha medo. Outros peixes fogem de coisas grandes, é o instinto deles. Mas esse peixe não foge de nada. Ele não sabe o que é medo. (Pág. 92)

Todos querem abafar o caso, inclusive o prefeito, Larry Vaughan, que está mais preocupado com o dinheiro e com questões pessoais. Com muita relutância e a presença de um especialista no local, Matt Hooper, o banho é liberado e a cidade pode ter o seu verão. Porém, isso se mostrará só o começo do banquete do terrível tubarão e de uma série de conflitos na vida do chefe Brody.

Eu me surpreendi muito com esse livro. A leitura foi frenética, eu o devorei tão rápido quanto o temido animal devora suas vitimas. É engraçado pois o inicio e o final do romance são todos dedicados ao tubarão, páginas e mais páginas da sua ação. Já o meio mostra um série de situações vividas por Brody e aqueles que o rodeiam.

O passado sempre parece melhor quando você se lembra dele, mais do que realmente foi na época. E o presente nunca parece tão bom quanto parecerá no futuro. É deprimente ficar muito tempo revivendo as velhas alegrias. Você acha que nunca terá algo tão bom novamente. (Pág. 117)

A primeira vista, pode parecer que o tubarão seja a personificação do mal e o inicio de todos os problemas na vida daquelas pessoas, mas, na verdade, ele é apenas o gatilho para os conflitos que já estavam latentes e amargurados dentro de cada um. É realmente incrível, Peter Benchley escreveu vários livros dentro de um só.

Não tem como deixar de comentar a belíssima edição de 40 anos da obra que a DarkSide Books  trouxe para o público brasileiro. Eu tenho a versão brochura que tem uma proposta de capa bem diferente, com muitas imagens da adaptação cinematográfica, mas há também a Limited Edition (capa dura). Sem dúvida, um livro imperdível!

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