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O Gato leu: Arte e Grande Público – A distância a ser extinta – GatoQueFlutua

O Gato leu: Arte e Grande Público – A distância a ser extinta

Arte e Grande Público – A distância a ser extinta – Maria Inês Hamann Peixoto
Editora: Autores Associados
Ano: 2003
Páginas: 103
Compre: Amazon

A leitura do mês de março do Desafio Doze Meses Literários era uma não-ficção. Escolhi Arte e Grande Público – A distância a ser extinta pois era um livro que já estava na minha estante há alguns anos e que tem um pouco a ver com a minha área de atuação profissional, o jornalismo cultural.

A minha parte preferida do livro foi o seu inicio, no qual a autora focou principalmente na questão da democratização da arte. A criação é algo que faz parte do que nos torna humanos, assim, a humanidade deve ter acesso a ela.

Pensar o acesso a arte numa sociedade em que nem todos tem acesso ao essencial para sua sobrevivência é algo supérfluo? Essa é uma pergunta que não tem uma resposta correta, porém, devemos sempre observar que a arte é um agente transformador, ela vem de uma realidade social e tem o poder de promover a mudança nessa realidade.

Quanto mais condições de acesso ao modo da cultura – arte, filosofia e ciência -, tanto mais genuinamente humano o homem se faz. (Pág. 46)

Consciência e humanização. Dentro da sociedade capitalista, que trata a arte como mais uma mercadoria, esses resultados são difíceis de se alcançar. No livro, a autora faz um panorama da nossa relação com as artes, desde os povos primitivos até chegar num entendimento sobre capitalismo e mercado.

O fosso cavado entre a arte e o grande publico na sociedade capitalista, em função de interesses econômicos-sociais excludentes, constitui afronta e crime contra o direito do homem de desenvolver ao máximo todas as qualidades que lhe garantem o enriquecimento como individuo social e histórico, bem como contra a capacidade  e liberdade humanas de criar e o direito de todos de ter acesso livre aos objetos criados. (Pág. 95)

A segunda parte do livro se dedica a um mergulho na concepção marxista para entender essa relação e interpretação, além de seus reflexos e fundamentos. O objetivo? Uma arte para todos.

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