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O Gato viu: Her – GatoQueFlutua

O Gato viu: Her

Não consegui ver Her (2013) no cinema. No dia que tive tempo,  a sessão lotou e acabou não rolando. Mas o filme é tão bom e tão elogiado, que tive de baixar e assistir em casa.

Na trama, Theodore (Joaquin Phoenix) é um escritor solitário, que acaba de comprar um novo sistema operacional para seu computador. Para a sua surpresa, ele acaba se apaixonando pela voz de Samantha (Scarlett Johansson), este programa informático, dando início a uma relação amorosa entre ambos. Uma  história de amor incomum, que explora a relação entre o homem contemporâneo e a tecnologia.

Não sou do tipo que assiste romances, pois não tenho muita paciência. Porém com Her o sentimento foi diferente. Que história! A atuação da Scarlett é incrível, você não precisa vê-la pra se apaixonar. A voz dela consegue passar todo o sentimento. E a risada? Me encantei pelo riso dela.

Her conta a história de amor entre um homem e um sistema operacional, que aprende e evolui como todos nós. Ao seu redor, cada um com seu celular, seu fone e seu mundo. Parecem loucos falando sozinhos na rua, porém, se vocês repararem bem, cada vez mais estamos assim, mergulhados em nosso universo particular. É interessante quando se tem alguém com quem dividir isso, um sistema que está sempre conosco talvez seja aquele que acaba nos conhecendo melhor…

Her é lindo. É diferente! Theodore é muito colorido. Para uma pessoa melancólica, ele não se esconde atrás de cores fechadas. É um novo tom para a solidão. Diferente também é pensar em um futuro bem próximo, com todas aquelas tecnologias e o estilo das pessoas se vestirem sendo tão retrô.

A trilha é linda e a Scarlett até canta! Amy Adans também merece destaque. Ela faz o papel daquela amiga com quem já se teve algo, mas que isso não arruinou a amizade, ao contrário, fez com que as pessoas se conhecessem melhor. Deveria ter mais gente com essa cabeça no mundo.

O que mais posso dizer desse filme lindo, um dos mais belos romances que o cinema nos deu? Parabéns ao roteirista e diretor  Spike Jonze, que fez com que essa história que parece boba quando dita,  se tornasse algo profundo, denso, criativo, encantador e apaixonante.

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