O Gato joga: Emoji Blitz

Se tem um tipo de jogo que eu estou sempre testando todos os que aparecem na minha frente, esse tipo é o quebra-cabeças. Sou viciada nesse estilo de jogo, mas ainda não encontrei nenhum que supere o de Frozen, esse ai é maravilhoso.

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Recentemente testei o Emoji Blitz, um jogo da Disney que usa seus personagens como peças  a serem combinadas. Não tem como não se encantar ao ver os personagens de O Rei Leão, Toy Story e até de Procurando Dory, entre outros! É sempre uma corrida contra o tempo com o objetivo de fazer o máximo de pontos possíveis, além de recolher os itens colecionáveis e cumprir os desafios.

São mais de 400 emojis e itens da Disney e Pixar que podem ser combinados para formarem combos que aumentam a pontuação. São bem poucos anúncios que aparecem, poucos mesmo. Eu sempre jogo offline para poupar a minha bateria, mas quem curte jogar online pode desafiar os amigos do Facebook.

O grande diferencial que esse jogo promete é o fato de poder desbloquear os emojis da Disney para se usar no teclado do celular como qualquer outro emoji. Isso não deu certo comigo, eu configurei para que o teclado fosse usado, mas ele envia os emojis como se fossem imagens anexadas e isso é muito triste. Eu uso Android e talvez a função completa só esteja disponível para aparelhos da Apple, mas não tenho certeza disso.

Para ativar teclado no Android, é só acessar Configurações > Idioma e entrada > Teclado > Teclado atual e ativar a opção “Emoji Blitz”. Já para os  iphones e ipads, vá em Ajustes > Geral > Teclado > Teclados e escolha a opção “Emoji Blitz”.

Um ponto chato e até perigoso disso é que uma vez que o teclado foi ativado, ele tem acesso total, permitindo ao aplicativo saber tudo o que é ou que já foi digitado. Informações confidenciais e senhas estão incluídas nessa. Minha dica é esquecer esse teclado e não ativa-lo, fique só com o quebra-cabeças mesmo.

Como quebra-cabeças ele é divertido e fofo, apesar de que eu acho que os personagens ficam muito parecidos e isso atrapalha um pouco, como por exemplo a cor do cabelo da Anna com a cor do Simba. Na correria contra o tempo dá uma certa confusão. Eu jogo pelo celular e acho que ele deve funcionar muito melhor em tablets ou até mesmo em smartphones com telas maiores do que o meu.

Com o decorrer da partida os emojis vão mudando suas caras, ficando desde muito felizes até tristes. É diferente e engraçado.

Gratuito, Emoji Blitz  está disponível para Android e iOS.

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O Gato viu: Procurando Dory

Confesso que quando vi que Procurando Nemo ia ter uma sequência não fiquei muito empolgada, mas é porque não sou muito de sequências (apesar de assistir várias, mas vai entender…). A medida em que as imagens e os teasers promocionais iam saindo eu ia me encantando junto. Quando veio a imagem da Dory bebê, eu me desarmei por completo.

Procurando Dory - resenha

Na trama, um ano após ajudar Marlin (Albert Brooks) a reencontrar seu filho Nemo (Hayden Rolence), Dory (Ellen DeGeneres) tem um insight e se lembra da sua família. Ela, então, decide fazer de tudo para reencontrá-los. Na sua desenfreada busca esbarra com amigos do passado, conhece colegas novos, além de passar por perigos nas mãos de humanos.

Procurando Dory traz o lado oposto de Procurando Nemo. Enquanto lá nós viamos um pai a procura do filho, neste vemos uma filha em busca dos pais. São duas facetas de uma mesma história, um outro olhar. Isso fica bem claro no filme que se liga muito bem ao seu antecessor não se esquecendo do que aconteceu e como tudo aquilo os marcou e mudou.

Se no primeiro filme a deficiência física era uma das causas da super proteção do pai, neste a perda de memória da Dory é o foco. Mostra como a gente não dá atenção ao outro e muitas vezes perde a paciência com este antes de tentar entender o que se passa com ele. Marlin, pai do Nemo, é um exemplo disso. Mesmo a Dory sendo sua amiga e ele sabendo do seu tipo de amnésia, ele ainda se zanga com ela e dá mancada.

O filme é triste em muitos momentos, nos seus minutos iniciais então, nem se fala. Mas ele tem aquilo que só a Pixar consegue fazer, alternar momentos “choque de realidade” com o bom humor da amizade e do companheirismo. E quem melhor pra fazer amizade senão a Dory, não é mesmo? Enquanto muitos se afastam e não querem saber dos seus problemas, Dory arruma um tempo, em meio à confusão que está a sua vida, para ajudar um novo amigo.

A deficiência de todos os tipos e abordada no filme, bem como a superação. Mas é interessante notar como o medo também é uma forma de deficiência, pois ele nos limita. Marlin mais uma vez é exemplo disso, um peixe “normal”, mas que restringe suas escolhas por puro medo. Dory não é assim, ela não tem medo e ensina seus amigos a viverem assim também

Procurando Dory é, na minha opinião, mais emocionante que o primeiro, além de ser uma bela sequência. Divertida, emocionante e inspiradora.

Fiquem até o final porque tem cena pós-créditos e se liguem no curta Piper, exibido antes do filme, é lindo também.

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O Gato viu: O Bom Dinossauro

Por: Dalissa Cabral

O asteróide que extinguiu os dinossauros da Terra não atingiu o nosso planeta, pelo menos não em O Bom Dinossauro.

O filme se passa 65 milhões de anos depois desse não-evento e acompanha Arlo, um dinossauro adolescente e medroso, tendo a companhia do valente humano, Spot, em sua jornada. Ele mostra o quão interessante e inocente a relação entre humano e dinossauro poderia ser.

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Essa produção que se passa numa realidade paralela à nossa e toca em assuntos comuns ao ser humano (tradição do estúdio), por meio do personagem Arlo. O filme mostra que o medo não é uma coisa que está lá fora e vem nos assustar, ao contrário, ele vem de nós, fruto da nossa fraqueza ao tentar algo novo e evoluir.

Ao conhecer Spot (que era visto como inimigo no começo), percebemos que algumas pessoas que parecem estranhas para nós podem ser mais parecidas conosco do que imaginamos. Além disso, vemos que julgamos nossas perdas maiores do que a do outro.

No decorrer do filme a relação do dinossauro com o humano torna-se mais forte e afetiva. Porém, a volta para casa é um caminho de curvas e nestas a dupla encontrará embates que necessitarão da coragem de ambos. Isso para o medroso Arlo é uma verdadeira tormenta, entretanto ele percebe que os seus medos podem ser a ruína daquele que lhe é caro.

Além disso, o filme tem uma das melhores artes que a Pixar já fez, desde Wall-E não tinha encontrado uma tão bonita. Na realidade, acho que o filme de Arlo ganha nessa.

Entretanto, apesar de falar de temas tão importantes o filme tem um roteiro muito breve e previsível. A história muito se assemelha com Procurando Nemo, mas principalmente ao Rei Leão, que ao mesmo tempo que parece uma homenagem, também causa a dúvida de ser uma quase cópia.

O carisma do divertido humano Spot (que mais se comporta como um cachorro do que com um humano) se sobressai ao de Arlo, protagonista da história.

Assim fica difícil não sair um pouco decepcionada com o novo longa de um estúdio que já produziu memoráveis como Up – Altas Aventuras; a trilogia Toy Story; e Divertida Mente ainda tão fresco em nossas cabeças. Nesse caso, O Bom Dinossauro fica ainda mais de lado.

O Gato viu: Malévola

Está ai um filme que eu me arrependo de não ter ido ver no cinema.

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Malévola apresenta o conto de fadas da Bela Adormecida de uma forma diferente, a partir da vivência da antagonista. Mostra a origem de uma das vilãs mais icônicas da animação.

O live-action do clássico da Disney narra a vida de Malévola (Angelina Jolie), protetora do reino mágico dos Moors. Quando jovem, ela se apaixona pelo humano Stefan (Sharlto Copley). O romance nasce, porém, Stefan, um garoto de origem humilde, tem a ambição de se tornar rei.

Malévola está no meio de seus planos. Ele a abandona e engana Malévola para conseguir o que deseja. A fada boa se torna amarga e vingativa que chega ao ponto de amaldiçoar Aurora (Elle Fanning), filha recém-nascida de Stefan.

Malévola acompanha o crescimento da menina, com Diaval (Sam Riley), seu corvo comparsa. A convivência com a jovem princesa gera sentimentos confusos na então vilã.

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Malévola mostra como as nossas experiências nos transformam, seja para o bem ou para o mal. Há também o medo do diferente, pois parece que é muito mais fácil elimina-lo do que unir forças e viver em paz.

O filme é bonito, com uma trilha maravilhosa e não é cansativo. As atuações estão impecáveis o que nos dá um turbilhão de sentimentos ao longo da exibição.

Eu, que tenho dificuldade de aceitar as certas coisas dos contos de fadas, me apaixonei e chego a preferi-lo do que à animação original. É uma história moderna, com uma mensagem que cabe muito mais na nossa realidade.

Vale muuuito a pena conferir!

O Gato joga: Frozen Free Fall

Meu mais recente vício é o jogo Frozen Free Fall, um quebra-cabeças inspirado na animação “Frozen: Uma aventura congelante”, da Disney.

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Ele é semelhante ao Candy Crush, porém é muito mais fofo por contar com os personagens do filme ao longo das fases. Eu já joguei o Candy Crush e ele não me conquistou, já o jogo da Disney me deixou realmente viciada e se tornou o meu preferido no gênero quebra-cabeça.

Nele, exploramos o reino de Arandelle e conforme seguimos jogando, os personagens vão crescendo e se tornando adultos. Para eliminar as peças forme linhas ou colunas com três cristais de gelo iguais. Combinações de quatro ou cinco cristais iguais criam peças especiais que eliminam muito mais.

São várias as tarefas dadas em Frozen Free Fall e os personagens tem poderes especiais que nos auxiliam quando precisamos. Ele é muito fácil de jogar e conta com a interface fofa da Disney.

O game é gratuito e está disponível para Android, iOS e Windows Phone.

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