O Gato viu: Logan

Vem ai (eu espero) uma série de posts atrasados aqui no blog.

Desde o final do ano passado eu disse que a rotina ia ficar corrida, mas nem por isso vou deixar de postar e compartilhar com vocês. A vida seria mais sem graça sem o GatoQueFlutua.

Hoje eu trago a resenha deste filme incrível, Logan. A critica social é muito presente nas aventuras dos mutantes e neste novo longa isso não podia ser mais evidente.

Porém, o que menos se dá destaque nesta história, são aos poderes especiais. O foco é no fator humano, algo que parece estar tão escasso nos dias de hoje, quanto estão os mutantes no novo filme. A empatia, o cuidado e o querer bem estão na cola que faz de Logan a despedida perfeita de Hugh Jackman e Patrick Stewart.

A trama se passa 2029 e Wolverine é um nome que nem se ouve mais ser chamado. Logan (Hugh Jackman) trabalha como chofer de limousine na fronteira do México com os Estados Unidos. Ele faz isso para cuidar do então nonagenário, Professor Charles Xavier (Patrick Stewart), que vive preso em um taque sob medição constate, para evitar que ele tenha um ataque e mate as pessoas ao seu redor. A maior mente do mundo está demente.

Logan está debilitado física e emocionalmente. Ele bebe muito e se pergunta, por quanto tempo a vida continuará se arrastando? As lutas ficaram no passado e, infelizmente, os X-men, aqueles que tinha como sua família, também.

Um dia, Logan é procurado por uma mexicana que precisa da sua ajuda para proteger a jovem Laura (Dafne Keen), que está sendo perseguida por Donald Pierce (Boyd Holbrook).

A interação entre a Laura, Logan e Charles é um dos pontos altos da trama. Os três são pessoas marcadas pela dor, com demônios internos e que precisam ficar juntos na fuga daquele que quer controlar a jovem mutante de poderes tão semelhantes aos de Logan.

Dafne Keen é uma excelente atriz, ela passa boa parte do filme sem falar nada, mas ao mesmo tempo consegue dizer muito através do olhar.

O filme é bem diferente dos outros da série X-Men. Ele é sujo e sombrio. As lutas não são assépticas como eram as anteriores, são extremamente violentas, mas ao mesmo tempo muito mais reais. É bem chocante.

As fotos escolhidas para ilustrar este post fizeram parte da ação de divulgação do longa e foram montadas no formato de uma exposição. O preto e branco, ressalta a melancolia das cenas deste que é um filme humano e visceral.

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