O Gato leu: O Mundo da Mulher-Maravilha

O Mundo da Mulher-Maravilha – Matthew K. Manning 
Editora: Pixel Media
Ano: 2017
Páginas: 364
Compre: Amazon

Eu já tinha anunciado por aqui que a Pixel Media havia preparado um lançamento especial da  Mulher Maravilha aproveitando a ocasião do lançamento de seu filme solo. Hoje venho trazer a resenha desse livro!

Acredito que a maioria das pessoas consiga identificar a personagem de cara e dizer que ela é uma super-heroína e integrante da Liga da Justiça. Mas e a sua história? E sua origem? Nem todos conhecem a saga de Diana, nascida em Themyscira e filha única da rainha Hipólita. O livro O Mundo da Mulher-Maravilha está aqui para ajudar nessa questão.

Metade humana e metade deusa, Diana foi treinada desde o seu nascimento para ser uma representante de Themyscira no mundo humano. No livro, é ela que narra sua própria história, em uma linguagem acessível como uma conversa franca, mostrando não só a força que a torna excepcional, como também a fragilidade que a aproxima de nós.

Vemos a mulher que sempre existiu por baixo do uniforme. Ela fala conta a sua perspectiva sobre o mundo, tanto como uma guerreira destemida, quanto como embaixadora da paz. Ao mesmo tempo em que segue a narrativa do crescimento de Diana, O Mundo da Mulher-Maravilha também serve como uma especie de guia, cheio de colagens e anotações feitas pela heroína.

Diana nasceu em uma ilha, cercada de outras mulheres, mas abraçou a humanidade por completo quando decidiu protegê-la. Há um destaque especial no livro para a família dela, desde falar sobre sua origem “incomum”, até chegar na diversidade de indivíduos que a compõe. É muito bom ver uma representação tão criativa assim.

Seguindo o cânone mais recente da personagem, criado por Brian Azzarello, o livro O Mundo da Mulher-Maravilha foi escrito por Matthew K. Manning e ilustrado por Paul Bulman.

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O Gato viu: Minimalism: um documentário sobre as coisas importantes

Estou tentando variar um pouco o que eu assisto. Vejo muitas series (e amo), mas quero consumir mais filmes e isso inclui documentários, claro.

Aproveitei que o comentário em torno de MINIMALISM: um documentário sobre as coisas importantes, disponível na Netflix, estava grande e decidi entrar nessa reflexão coletiva também. Gostei muito do que vi, pois vai de encontro às ações que estou tentando tornar hábitos na minha vida, como passar adiante o que não uso, comprar mais conscientemente e aproveitar ao máximo os bens que já possuo. Parece simples, mas não é. Vivemos dentro do capitalismo e da sociedade que consome demasiadamente sem nem se dar conta.

Na sinopse, o questionamento: Como seria sua vida com menos? MINIMALISM: um documentário sobre as coisas importantes acompanha a popular dupla do site The Minimalists e examina os muitos sabores do minimalismo, levando o público para dentro das várias esferas da vida das pessoas chamadas minimalistas.

Lembro que, há alguns anos atrás, sempre que eu entrava no shopping eu comprava uma blusa nova, mesmo que meu guarda-roupa já estivesse cheio. Eu vivia sem dinheiro mesmo tendo duas boas bolsas de estágio e nenhuma responsabilidade financeira doméstica com que me preocupar.

Hoje em dia eu gasto bem pouco, ajudo muito em casa e me orgulho do quanto aprendi. Pareço uma hippie falando? É bem difícil acreditar nisso, pois sou daquelas que sempre tenta estar arrumada, maquiada e seguindo a moda quando ela me convêm. O que fiz foi doar as roupas que não tem mais a ver comigo e usar todas as que fiquei, tentando combinações diferentes; ler os livros que já tenho em casa antes de sair comprando novos, me desapegar (doar, vender e trocar) daqueles que não me cativaram; além, é claro, comprar com consciência, pensando se eu realmente necessito daquilo.

O interessante é que o documentário não tenta, em nenhum momento, nos doutrinar ou nos apontar como errados e eles certos. Ele mostra que existem outros modos de viver e como as pessoas estão fazendo isso. Cada um assimila e traz a reflexão para dentro da sua realidade.

Você não precisa dar tudo o que tem e viver como um eremita, basta olhar ao redor e pensar em cada objeto que o cerca, veja se ele tem a ver com a pessoa que você se tornou. Desapegue-se do que é supérfluo e banal e fique com as coisas que são realmente importantes.

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Maybelline Baby Lips – Hidratante Labial

A saga da tentar tornar a hidratação um hábito continua e acho que no caso da resenha de hoje, em especial, eu tenho sido, de longe, muito mais bem sucedida.

Meus lábios são muito ressecados, do tipo que vivem rachados, descamando e até feridos. Normalmente os batons dão uma neutralizada nisso, mas nem sempre dá certo. É preciso que o cuidado seja constante.

Resenha Baby Lips, por Debb Cabral, do blog GatoQueFlutua

Pensando nisso, fui em busca de um hidratante labial e o mercado está cheio deles, com diferentes preços e cores. Desde janeiro deste ano venho usando o Maybelline Baby Lips Intense Care, que é incolor e tem um suave gosto de amêndoas. Retoco a todo momento e meus lábios estão muito hidratados e com uma aparência ótima.

O produto pode ser usado por mulheres e homens e deixa apenas um leve brilho nos lábios, nada muito evidente ou incomodo. Ele promete até 08 horas de hidratação e realmente persiste na boca, mesmo bebendo água e comendo um pouco. É um produto barato, que custa em média R$16,00 e dura meses mesmo com uso constante.

Além do Intense Care, o Maybelline Baby Lips está disponível também nas versões Cherry Me (cereja), Pink Punch (maracujá), Peach Kiss (pêssego), Fresh Care (menta) e Hydra Care (limão e manjericão). Estes dois últimos também são sem cor.

Possui FPS 20 e a chamada Centelha Asiática que favorece a produção de colágeno reparando os lábios, deixando-os macios e suaves, além de concentrados de células botânicas renovadoras.

Quem optar pelos coloridos pode até dispensar o batom, pois os lábios ficam com uma coloração bem bonita e natural.

DICAS DE USO
  • Aplicar antes do batom matte e depois tirar o excesso, isso evita que ele craquele com facilidade;
  • Misturar com açúcar e esfoliar os lábios;
  • Dar brilho em um batom de cor opaca;
  • Manter a sobrancelha no lugar, como um substituto do gel.

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O Gato leu: Eu, Robô

Eu, Robô – Isaac Asimov
Editora: Aleph
Ano: 2014
Páginas: 320
Compre: Amazon

Junho está sendo o mês de colocar as leituras em dia e isso e inclui o Desafio Doze Meses Literários. A temática de maio era ficção cientifica. Eu li Eu, Robô e não poderia está mais satisfeita.

Isaac Asimov foi muito feliz no seu livro. Ele traz diversos contos que podem ou não serem lidos de maneira linear. Esses contos nos apresentam os mais diversos tipos de robôs, desde aqueles autômatos, incapazes de falar, até os superinteligentes e tomam decisões que interferem na vida dos seres humanos.

Houve um tempo em que o homem enfrentou o universo sozinho e sem amigos. Agora ele tem criaturas para ajudá-lo; criaturas mais fortes que ele próprio, mais fieis, mais uteis e totalmente devotadas a ele. A humanidade não está mais sozinha. Já pensou sobre essa questão desde modo? (Pág. 15)

“Robbie”, “Mentiroso!”, “Um Robozinho Sumido” e “Evidência” são as minhas tramas preferidas. Gosto muito de Susan Calvin, a especialista que compartilha essas histórias. Apesar do estereotipo da mulher cientista antissocial, grossa e sem interesse no envolvimento humano; (que Asimov infelizmente escolheu), os contos em que ela participa ativamente são os mais interessantes.

Eu tenho um medo enorme de robôs. A ideia da servidão obrigatória deles me lembra muito a escravidão e isso não é nada bom. Se escravizar um igual historicamente já não deu certo, imagina escravizar um superior, como um robô, cujo cérebro consegue ir muito além dos nossos? A ideia de uma rebelião das máquinas no futuro sempre me pareceu inevitável e eu espero não estar aqui para ver isso, pois sei que o ser humano com certeza fará por merecer, uma vez que ele não consegue abandonar o poder e a sensação de superioridade que ele traz…

Toda a vida normal, Peter, de maneira consciente ou não, ressente-se da dominação. Se a dominação parte de um inferior, o ressentimento fica mais forte. No aspecto físico, e até certo ponto, no aspecto mental, um robô… qualquer robô é superior aos seres humanos. O que o torna servil então? Apenas a Primeira Lei! Bem, sem ela, a primeira ordem que você tentasse dar a um robô resultaria na sua morte. (Pág. 172)

As Três Leis da Robótica (princípios que regem os comportamentos dos robôs), presentes nas primeiras páginas de Eu, Robô, hoje não são somente ficção e estão na base dos estudos da área. O autor as apresenta de maneira simples e mostra que nem sempre os resultados são simples de se chegar. Se as circunstâncias influenciam na tomada de decisões dos humanos, imagine nas dos robôs?

É uma leitura essencial. Recomendo!

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TAG – Eu Nunca (Book TAG)

Já faz um tempo que não respondo nenhuma TAG aqui pelo blog, não é mesmo? Achei a TAG literária Eu Nunca bem bacana e decidi responder as dez perguntas que ela traz. Confiram!


01. “Eu nunca li isso”. Um livro que nunca leu, mas que aparentemente todo mundo já.

R: O Mágico de Oz. Esse livro eu já tenho aqui em casa e está na minha TBR, só esperando a hora dele.

02. “Eu nunca li algo tão maravilhoso”. O seu livro favorito.

R: É impossível escolher um só. Sério, eu não consigo ter nada favorito.

03. “Eu nunca imaginei que conseguiria terminar isso”. Um livro, ou uma série que você não curtiu, mas leu até o fim.

R: Tóquio Cidade Ocupada. Eu achei o livro bem confuso e quase larguei, mas como era o tipo de assunto que me interessava, insisti na leitura.

04. “Eu nunca vou terminar isso”. Um livro ou uma série que você abandonou.

R: O Beijo, Danielle Steel . Nesse momento tive certeza de que não sou uma pessoa de histórias de amor e que não tem paciência alguma para o eterno drama de “eu te amo, mas não podemos ficar juntos”.

05. “Eu nunca vou me arrepender de ter lido isso”. Um livro que você leu por recomendação de alguém e acabou gostando.

R: A cor que caiu do espaço. Recomendado pelos Nerds com Farinha, HQ-SSS na época. Foi nessa ocasião que conheci a escrita de H.P. Lovecraft e me apaixonei.

06. “Eu nunca faria isso”. Um personagem que tomou alguma decisão ou fez algo que você não concorda/faria.

R: Imp, de A Menina Submersa. Eu nunca pararia o carro para alguém na estrada no meio da madrugada, mesmo que fosse uma mulher sozinha e nua. Eu chamaria a polícia, a emergência e ia buscar ajuda na cidade mais próxima. Mas nunca pararia sozinha.

07. “Eu nunca quero admitir que li isso”. Um livro que você tem vergonha de ter lido ou de ler em locais públicos.

R: Crepúsculo. Eu li até o terceiro livro da saga (Eclipse) e parei por ai. Não é meu tipo de trama e eu não consegui me afeiçoar a nenhum dos personagens, na verdade eles me deram foi muita raiva com as suas atitudes.

08. “Eu nunca li algo tão fofo”. Um livro que tocou seu coração.

R: Mutts: Cães, Gatos e Outros Bichos. Eu amo as histórias dos Mutts, elas são doces e a arte é a coisa mais fofa do universo, bem como o “sotaque” do gato Mooch. Ao mesmo tempo, as tirinhas mostram as adversidades deles como uma metáfora da nossa vida.

09. “Eu nunca ri tanto”. Um livro que te fez rir alto.

R: Mutts: Cães, Gatos e Outros Bichos (de novo). Eu amo demais essas tirinhas, elas são como um abraço quando a vida está muito dura.

10. “Eu nunca teria sobrevivido minha infância sem ter lido esse livro”. Um livro favorito da sua infância.

R: A saga Harry Potter. Eu acho muita gente da minha idade dará essa resposta. J. K. Rowling carrega nas costas uma geração de leitores, que de tanto acompanhar as aventuras de Harry e seus amigos, acabaram incorporando a leitura como um hábito para a vida inteira.

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