O Gato leu: O Mágico de Oz

O Mágico de Oz – L. Frank Baum
Editora: L&PM Pocket
Ano: 2011
Páginas: 176
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Para variar, estou atrasada com as resenhas do Desafio Doze Meses Literários. Empaquei na leitura d’O Demonologista e toda a fila de livros na sequência foi prejudicada.

É um sentimento tão desconfortável saber que a gente é um bobo. (Pág. 32)

O Mágico de Oz foi o desafio do mês de agosto, com o tema clássico mundial. Gostei muito do livro, pois ele é simples e lúdico ao mesmo tempo que traz reflexões importantes.

É aquele tipo de livro que se eu tivesse uma criança por perto, com certeza daria para ela ler. O trabalho em equipe é, para mim, o principal aprendizado desta obra, principalmente usando a astucia na busca de soluções quando o fim parece iminente.

– Deve ser inconveniente ser feita de carne – disse o Espantalho, pensativamente – Você tem que dormir, comer e beber. Entretanto, tem cérebro, e poder pensar vale muitos incômodos. (Pág. 34)

A obra conta a história de Dorothy, uma menina órfã que vive com os tios em uma fazenda no Kansas. Certo dia um terrível ciclone aparece e a leva até a fantasiosa Terra de Oz. Os tios da garota permaneceram na fazenda e a menina tem somente a companhia do seu inseparável amigo, o cãozinho Totó, neste novo mundo.

Os moradores daquele estranho local contam à jovem sobre o poderoso Mágico de Oz, que seria o único capaz de realizar seu desejo de voltar para casa. Assim, a menina parte ao encontro deste.

De fato, Totó não se importava de estar no Kansas ou na Terra de Oz, desde que Doroty estivesse com ele; mas sabia que a menininha estava infeliz e isso também o deixava triste. (Pág. 101)

No meio de um caminho colorido e surreal, a pequena se une ao Espantalho sem cérebro, o Leão Covarde e o Homem de Lata sem coração rumo a Cidade das Esmeraldas, lar do Mágico. Um campo de papoulas mortíferas, animais selvagens, macacos voadores, uma bruxa malvada, uma bruxa boa e o próprio Mágico de Oz estarão presentes na jornada do improvável grupo.

Algo interessante desse livro é mostrar a superação dos seus próprios limites como, por exemplo, ocorre com o Espantalho que não tem cérebro. Ele sente essa frustração, mas para alcançar seu objetivo e ajudar seus novos amigos, consegue buscar alternativas e soluções que nem ao menos passaram pela cabeça daqueles naturalmente dotados.

O Mágico de Oz é um leitura prazerosa e estimulante, não foi a toa que se tornou um clássico mundial! Vale a pena conferir!

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